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Paulo Afonso-BA, 27 de fevereiro de 2021

O problema envolvendo a empresa Atlântico é bem maior que um pneu ‘voando’

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PAULO AFONSO- No dia 09 de novembro, usuários do transporte coletivo foram surpreendidos com uma frota antiga da empresa Atlântico. Mais precisamente ônibus de 2011 por aí.

Eis que a população se perguntou: e para onde foram os ônibus novinhos que a empresa desfilou pelas ruas para tirar a Vitran da licitação?, segundo a prefeitura, teriam sido retirados na calada da noite para desfilar no Sul da Bahia, onde a Atlântico vencera mais uma licitação, e Paulo Afonso, como se vê, ficou chupando o dedo.

Naqueles dias foi prometido pela prefeitura, observando uma saída emergêncial, que  num prazo de um mês a Atlântico deveira destrocar a frota, uma boa porcentagem, a empresa garantiu 30% dos ônibus, e posteriormente o restante.

Eis que o episódio ocorrido esta semana, quando um pneu saltou de um ônibus, levando susto aos passageiros, jogou luz sobre o problema.

A prefeitura, diz a Ascom, notificou a empresa e pediu esclarecimentos. Mas há necessidade de outras respostas, afinal, o tal acordo vingou ou foi para o vinagre?

As perguntas estão no ar: quanto por cento da frota foi destrocada?, se a Atlântico não cumpriu o acordo de novembro por que ainda não sofreu interdição?

Com as respostas a pasta de Administração.

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