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Paulo Afonso-BA, 16 de janeiro de 2021

“Ano letivo encerra em 27 de março”, garante Secretaria de Educação

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PAULO AFONSO – Elza Brito, secretária de Educação, expos mais cedo, em entrevista à RBN, o percalço sofrido pela pasta que, tanto a gestão como os docentes e estudantes tiveram que transpor forçosamente para uma adaptação às pressas ao computador, celular ou tablet a fim de dar seguimento à educação e não ser absolutamente catastrófico o ano.

A secretária começou lembrando a Jornada Pedagógica [no início do ano] que, de certa maneira, preveniu os professores por tratar já do ensino tecnológico.

“Por uma providência divina nós adotamos como tema as tecnologias seguidas de humanização, houve quem não compreendesse muito bem, mas decidimos por essa temática e levamos as ferramentas para trabalharmos em sala de aula, veja, essa Jornada deu suporte ao professor, porque em março fomos assaltados pela pandemia.”

Elza, no entanto, reconheceu que houve um aumento na evasão escolar e as dificuldades enfrentadas por estudantes que não conseguiram acompanhar, absorver e, consequentemente, ter o rendimento esperado pelo sistema de as aulas remotas.

As aulas remotas foram iniciadas em maio, com duas horas diárias, ampliadas para 3, e finalmente, 4 horas. A secretaria providenciou material escrito e distribuiu nos lugares onde os alunos não tinham como buscá-lo.

“São muitos os problemas [de adaptação] percebemos que em algumas famílias – até pela formação-, pela falta do equipamento e aqueles pais que não se esforçaram para manter o acompanhamento. Assim como existe também na rotina diária da escola, pais que são ausentes. Aí entra a negligencia e nós procuramos parcerias como os conselhos, Conselho Tutelar, Conselho Municipal da Educação, a representação da APLB Sindicato e o Ministério Público para discutir essas questões como o abando das atividades pelo aluno”, pontou a secretária.

Elza acrescentou em seguida que a Educação está prevendo o ensino “híbrido” para os alunos em dificuldades.

“Porque nós não teremos um ensino presencial como tínhamos antes, vai demorar muito tempo, então discutimos o ensino híbrido com a presença reduzida do aluno e o ensino on-line.”

Sobre a possibilidade de estudante voltar à sala de aula, a secretária disse que o protocolo será discutido de forma vertical com as secretarias de Saúde, Infraestrutura e Sedes.

Kit da merenda escolar

“O MEC deixou os municípios livres para fazer essa escolha. Fomos muito criteriosos, e cabe lembrar que não são cestas básicas, o Kit é feito como orientação de nutricionista, são alimentos que estão dentro da composição, então assim, a gente não pode empregar qualquer gênero de forma aleatória. Temos orientação nutricional e nós iniciamos em março e seguimos ao longo do ano. Quero frisar que não tivemos recursos adicionais e que o MEC deixou bem claro que essa distribuição seria feita com os recursos que já estavam previstos.”

Por fim, Elza elogiou o esforço dos professores, dos pais, estudantes e órgãos parceiros. “Nosso objetivo maior é salvaguadar a vida de estudantes, das famílias e dos profissionais de ensino; estou muito grata aos professores e os profissionais da Secretaria pelo empenho.”

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