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Paulo Afonso-BA, 26 de maio de 2022

Diretor de Gestão da Chesf diz que houve “terrorismo” com a divulgação de notícias falsas

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PAULO AFONSO – Antes mesmo de Guiarone [secretario de saúde] sair da entrevista que concedia à RBN, entrou no ar o outro lado, o diretor de gestão da Chesf, Adriano Soares da Costo, de Recife, por telefone e disse que houve terrorismo com mentiras disseminadas na imprensa.

“Talvez com fins políticos, talvez alguns ressentidos não importa as razões, mas houve terrorismo dizendo que a Chesf teria afastado os médicos do serviço o que é mentira. Deixando portanto a população ansiosa e sem necessidade porque tem um procedimento em discussão.”

O DG explicou ainda que não se trata de ato de vontade da Chesf, mas que esta estaria negociando conforme a lei. “O contrato da Pressau [terceirizada que saiu] se extinguiu e houve necessidade de fazer um processo licitatório antes disso, ela concorreu ficou na 6ª colocação dentro dos critérios da licitação, venceu outra e o processo está em fase de recurso, pela demora o contrato da Pressau chegou ao fim antes do termino da licitação.”

“A Chesf tentou negociar”

A Pressau, segue informando o DG, “colocou condições inaceitáveis diante da legislação, diante das questões próprias e corporativas da Chesf, então a Chesf solicitou a que venceu a licitação, com o menor preço, para que ela imediatamente assumisse nos mesmo moldes que transitorialmente a Pressau foi convidada a assumir nesse período, então naturalmente essa fase de mudanças tem alguns senões.”

Adriano disse ainda que a Chesf não pode se meter em negociações entre empresa e médico, que nunca fez isso. “Por que essa é um questão entre contratante e contratado, a Chesf nunca entrou nisso.”

 

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