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Paulo Afonso-BA, 25 de maio de 2022

Empresários que investiram mais de 1 milhão em Praça de Alimentação se revoltam com exclusão do Moto Paulo Afonso

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Daqui a pouco deve acontecer a 1ª noite do Moto Paulo Afonso, evento privado que conta com apoio da prefeitura. Até aqui só se sabe o valor das atrações.

A contrapartida de cada um ainda não foi anunciada e há quem diga que depois de ter sido tomado do Cavalo Doido, as prestações de contas dessa festa, estão nos versos da música de Zé Ramalho “Mistérios da meia-noite/, que voam longe/, que você nunca/, não sabe nunca/, se vão/ se ficam/, quem vai/quem foi../”.

Empresários se queixam de terem ficado de fora do Moto Paulo Afonso.

O fato é que empresários se uniram e investiram pesado numa praça de alimentação [no calçadão da Av. Apolônio Sales], e nos demais lugares, um recurso de mais de 1 milhão de reais, para fazer por Paulo Afonso aquilo que a prefeitura não tem capacidade: gerar lazer e emprego.

Mas percebam que ficaram de fora do Moro Energia. Os investidores da Praça de Alimentação estão irados com o secretário de Cultura e Esportes, Jânio Soares, mas ninguém aceitou se identificar.

Na condição de anonimato disseram o seguinte:

“O que nós vemos aqui é um investimento público, numa festa privada, ainda mais deixando a pessoa que tem um empreendimento, cobrando a taxa do cara [e ele não é camelô, o ponto é fixo] a cidade tomou um rumo obscuro, ninguém sabe o que será daqui para frente não”, disse a fonte.

O problema é que quem  gere recursos públicos, em primeiro lugar, deveria ter por obrigação o abandono da patota, mas isto está longe de ser uma realidade em Paulo Afonso.

Torra-se o dinheiro público observando o que é melhor para o meu grupo, em detrimento de um diálogo com parcelas importantes da sociedade que, afinal, investem, criam oportunidades, e mudam a paisagem como aconteceu à Apolônio Sales, antes praticamente deserta. Ganhou vida noturna, opção de um sem número de bares e restaurantes que ficaram a ver navios.

Frise-se: no momento mais agudo da crise, essas pessoas estão apostando no potencial de Paulo Afonso, mas  a prefeitura em vez de se colocar como parceira, joga sempre contra.

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