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Paulo Afonso-BA, 26 de maio de 2022

Luiz Humberto o anticandidato governista

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Pelo desenho atual, o triunvirato formado por Luiz, Paulo e Luizinho deve gastar muita sola de sapato e latim, para tornar competitivo o último deles, genro do prefeito, antipático e de salário absurdo: 45 mil reais para administrar o BTN.

Por ora, Luizinho é o anticandidato porque se as eleições fossem hoje ficaria bem abaixo do ex-prefeito [e sempre candidato] Raimundo Caires (sem partido).

O nome de Luizinho pelas particularidades já citadas acima, amarga na boca até mesmo dos defensores mais fanáticos dos deuses, que o veem como “esnobe” para usar um termo diplomático.

Ocorre que, mesmo diante da sabida rejeição, Luizinho está à espreita, porque é preciso considerar que Luiz de Deus não é mais um garotinho e pode não estar assim tão disposto [continuo diplomática] para enfrentar o próximo pleito, e não podendo, pelas circunstâncias legais, ser o irmão Paulo de Deus, cai nele a responsabilidade de seguir com a dinastia que paralisa Paulo Afonso impedindo-o de crescer e se libertar do subemprego ou pior ainda: da absoluta falta de oportunidade.

Possíveis adversários?

Bom, como Luiz de Deus tirou o PP de cena, tornando-o uma legenda de penduricalhos e também minou nomes que surgiam como possíveis candidatos a prefeito, a exemplo de Jean Roubert (PTB), resta – ainda é bem precipitado apostar-, Anilton Bastos (Podemos) ou algum poste seu.

Luizinho contra Anilton

Se a coisa se formasse assim, Anilton não ia precisar sequer disputar a eleição. Da porta de sua casa ganharia com tranquilidade. Vale dizer que alguns vereadores que hoje cercam o prefeito jurando fidelidade eterna, vão abandonar o barco no primeiro sinal que Anilton Bastos está na área.

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