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Paulo Afonso-BA, 25 de maio de 2022

União de acaso que derrubou as contas de Anilton, hoje está mais complexa e dividia

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PAULO AFONSO – Subitamente desfeito assim que fora selado o destino do ex-prefeito Anilton Bastos (Podemos), então, com as contas reprovadas, distante da campanha do próximo ano, quando os dez parlamentares formaram uma oposição de ocasião, o grupo hoje guarda características nada semelhante ao grupo promovedor de um rodopio temporão.

Por exemplo: Jean Roubert (PTB) e Irmã Leda (PDT), que antes estavam na oposição de araque, hoje não poderiam ser mais governistas. Já Marconi Daniel (Podemos) e Bero do Jardim Bahia (PT), governistas de chapa, hoje estão na oposição.

As mudanças se deram em nuances só vistas em tramas de bons noveleiros. Os dois primeiros se foram de onde nunca estiveram assim que a candidatura de Jean, à presidência da Câmara foi para as Calendas. Some-se a isto o fato de os contratos de seus familiares estarem sob ameaça de investigação. Bastou para o rebento arrepender-se e hoje jurar amor e fidelidade.

No caso de Leda ninguém sabe dizer porque ela veio, mas pode entender porque voltou: depois de ter visto a cama de gato que foi àquela união, ainda arranjou um teta para uma indicada sua, bastou para acalentar suas expectativas.

Os meninos de lá, arranjaram abrigo na oposição – que é como coração de mãe – quando votaram contra o projeto dos 80 milhões de reais, que devem ser tomados de empréstimos à Caixa Econômica, é o pano de fundo, mas todos sabem que Daniel e Bero estão na oposição porque Anilton está.

Zé Carlos (PRB) e Zezinho (sem partido)

Quanto a esses, uma hora aqui, na outra acolá, já sabem que mais uma reviravolta vão ter prejuízos com o eleitorado deles. Por mais que essas uniões sejam fajutas o povo não aguenta mais a indecisão dos políticos, ou uma coisa ou outra.

Bezerra (PP)

Como sugere seu sobrenome, o bezerro quer mamar, enquanto puder, né?, daí se explica que o vereador uma hora chore por aqui, e em outra, por lá. Basta saber se o eleitor do BTN está disposto a renovar seu mandato. Caso contrário, Cícero já sabe que vai ter que chorar muito para fugir do desmame.

A justiça

Houve um tempo que Mário Galinho (SD) e Moreirão (PSC) ficaram isolados. Depois o pessoal foi se encostando, mas se é para ser justa aqui, os vereadores sempre, desde o início foram oposição. O que pode atrapalhar, na caso de Galinho, é ele continuar com uma trava no olho quando o assunto for Secretaria de Saúde, e seu gestor: Guiarone Garibaldi.

Muita gente diz que nunca mais rolou um videozinho sobre o Hospital Municipal. Só valia criticar a pasta quando era Ivaldo Sales?, será que agora está mesmo tudo bem?

O presidente da Câmara Municipal, Pedro Macário (PP) tem aí uma sinuca de bico: fustigar ainda mais a questão do julgamento das contas de Anilton na 2ª instância, sabendo que ele pode ser um potencial aliado [caso haja entendimento com o PP], ou levar a questão em banho-maria sendo cobrado pelos colegas; de forma sinuosa por setores da imprensa que não ousa dizê-lo, mas sugerem, e finalmente, pela gestão, que sabe onde sapato apertará se o ex-prefeito continuar no páreo.

Um comentário

  • A dificuldade de decisão e a falta de humildade, faz com que eles se percam, pela ordem, Mário Galinho se empolgou quando terminou a eleição e não foi sábio para administrar o resultado, logo ao terminar a eleição escancarou aquilo que já se sabia, ¨¨BOZOU¨, Não teve sapiência pra entender o perfil do eleitorado local e se empolgou se declarando. Jean podia estar em situação diferente, pois tem um discurso forte que a essa altura não encontra mais eco, sem contar que o fisiológismo venceu, não apenas ele, mas a câmara quase em sua totalidade, senão total.

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