Paulo Afonso- A fraqueza do presidente da Casa, Zé de Abel (PSD), gerou uma das maiores injustiças já cometidas na dita “Casa do povo”, quando ele solicitou À Guarda Civil Municipal que retirasse da plenária um cidadão porque este protestava e entrou em colisão com o vereador Valmir Rocha (PC do B).
O rapaz, assim como toda a Câmara, estava em silêncio no momento em que Valmir discursava, e partiu dele a alteração e as insinuações inaceitáveis.
Essas pessoas protestam porque foram postas na rua, tem família passando necessidade inclusive, por são meses sem receber suas respectivas rescisões.
Valmir acusou-as de irem à Casa e se manifestarem (vaiando vereadores) porque recebem uma gorjeta no valor de 50 reais “de um vereador” a quem ele não teve a hombridade de revelar o nome.
Foi humilhante demais para quem já está em situação vulnerável. Quando Zé insistiu para a saída do rapaz, conhecido “Irmão Antônio”, houve muita revolta dos presentes: “ele é cidadão de bem!”, dizia um; “Não façam isso com ele!”, gritava outro.
Foi uma cena constrangedora para quem presenciou. Se resta um consolo a quem luta por Justiça, é esse: Humilhados hoje, exaltados amanhã.