PAULO AFONSO– Celso Brito (PRD) foi no nervo e, com uma vela apagada na mão, simbolizando a escuridão por qual passa o município, classificou a gestão de Galinho (PSD) de oito meses de trevas. Não apenas treva, é preciso acrescentar: choro e ranger de dentes.
A coisa ficou tão absurdamente séria que, no outro fim de semana, as imagens de uma fila de ambulâncias superou em angústia o que se viu durante a pandemia. Simplesmente não havia mais o corredor do Hospital Regional e, não era possível descer os pacientes das ambulâncias. Cena jamais sequer imaginada.
Celso classificou de “insanidade”, fechar o centro cirúrgico à espera de outro hospital que sabe lá Deus quando ficará pronto. “Uma pessoa em sã consciência, um administrador, fecha um hospital pensando em outro que ficará pronto em três, quatro anos, sei lá, não existe isso!”
Celso ainda lembrou os oito meses de fome dos que foram demitidos e disse que só se sabe fazer festas. “Se for para parabenizar, sabem fazer festas, festas fazem que é uma beleza!”
Quase 20 milhões em eventos, aponta Celso Brito: “Botem na cabeça de cada um de vocês sobre o que daria para fazer em termos de saúde e assistência social aonde com 18 milhões passou, todo mundo dançou e as bandas foram embora, levaram o dinheiro de Paulo Afonso e nós ficamos aqui com as pessoas nos hospitais; ah, não dá para olhar essa administração e pensar em ajudar esse governo, nós ajudamos com a denúncia.”