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Paulo Afonso-BA, 7 de março de 2026

Vereador Celso Brito fuzila em 10 minutos o governo das festas: “É preciso auditoria no sistema de saúde, chega de sofrimento!”

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PAULO AFONSO- O vereador Celso Brito (PRD) precisou de apenas 10 minutos para nocautear o governo de Galinho (PDS) que, como é sabido, está nas cordas, sobrevivendo de festas aos fins de semana.

Celso deu dois passos para o centro do ringue e, como convém a um bom pugilista, sem firula, desferiu um golpeou o governo acima da cintura, e, notem, com uma classe até então ausente, não precisou sequer falar alto, como diz Zé de Abel (PSD) “quem grita é canalha”, Celso foi esbofeteado e desfilando, como cavalheiro.

O primeiro e importante golpe desferido pelo vereador foi contra a hipocrisia de quem vem defender festas num município cujo gestor desempregou mais de 1.400 pessoas e, até agora, não pagou os direitos delas. É contraditório que alguém promova tanto desalento e invista me festas para trazer economia à cidade. Não combina, não tem a ver. E Celso afirmou categoricamente:

“O prefeito, como eu disse, tem direito de demitir e admitir quem quiser, mas ele tem obrigação de honrar as questões do município e tem que pagar as rescisões dessas pessoas, porque caso o contrário ele está onerando os cofres públicos”, diz o vereador.

São promessas vazias sobre retorno, prossegue Celso: “São relatos tristes […] o vereador é bem remunerado, imagine sem receber o seu salário, parece que está tudo resolvido e não está! A população acreditou, olha que votação expressiva teve o prefeito e na hora de agir como ser humano se esconde, fica onde não dá para ficar.”

E derrubou de um soco: “Quando chegarem as informações os senhores verão que as rescisões valem muito menos do que as festas que estão fazendo”, o público presente delirou e gritou demais!

Impiedoso, Celso recorreu ao seu passado, frisou que prefeitura não existe para dar exames a vereador (obvio!), e, ao contrário de quem sobe a tribuna para jogar purpurina na gestão, lembrou o sofrimento de pacientes no corredor do Hospital de cadeira de rodas, em pé e de todas as formas inadmissíveis como nunca se viu em Paulo Afonso.

“É preciso de auditar o sistema de saúde, chega de reclamações e sofrimento”, sugere Celso num lampejo que faltou à oposição até esta data.

Em seguida, Celso elenca as razões pelas quais há de ter uma auditoria: “Exames que não chegam, especialistas que faltam – disse durante a campanha que iria resolver, e agora tem resolver”, em outras palavras: não adianta choro nem vela.

O arremate: “Somos 120 mil habitantes e eu nunca vi antes em Paulo Afonso gente em cadeira de rodas deitadas nos corredores do hospital, nunca vi isso! Nos ajude, os demitidos não fiquem quietos, lutem pelos seus direitos.”

Alguém gritou, em 3 anos tem eleição de novo!

Concluo: às vezes o chuchu apenas serve para abrir o apetite.

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