PAULO AFONSO- Não raro, quando candidato, Galinho (PSD), recorria a vídeos grotescos e até escatológicos, para afrontar seus adversários. O prefeito foi crescendo na internet, mas do que em ações práticas, barbarizando em panfletagem as mais toscas e agressivas possíveis.
Contudo, alçado ao poder, tratou críticos ao seu governo com rigor semelhante à ditaduras mais duras do mundo: delegacia e justiça. Eu falo por experiência. Agora vem uma onda de deboche, críticas e insinuações pesadas contra o prefeito na imprensa regional, e então, qual será o expediente?
Será que todos irão à delegacia?, os jornais dão em manchetes garrafais o absurdo contrato que prevê a compra de água mineral no valor de 1,1 milhão de reais. Todos estão estupefatos.
A imprensa materna de Paulo Afonso, que ama, protege e lhe dá direcionamentos, está nas cordas com a repercussão. Começa a gaguejar sobre a questão da saúde pública, assim, como quem sussurra. Mas o fato inequívoco apresentado pelo episódio é que o poder de um prefeito, a rigor, é muito pequenininho.
Restrito a um cercadinho.
Iamgem da internet/divulgação.