PAULO AFONSO- Para um município cujo prefeito acabou de declarar calamidade pública em razão de uma única noite de chuva, em que pese ter sido muito forte, cabe perguntar se, em três meses de gestão, Mário Galinho (PSD), está acelerado no que diz respeito aos gastos públicos?
Causa espécie, o apontamento parcial dos dados oficiais do município, nos quais, o prefeito já tem a extraordinária quantia de 16 milhões de reais em contratos. Descontando o empenho na compra de fármacos, é questionável a necessidade de tantas assessorias jurídicas no momento de crise financeira. Ao menos é essa a justificativa do gestor para uma série de ações que continuam paradas.