PAULO AFONSO – Com o anúncio do 1º caso do Covid-19 no município, feito há pouco pelo secretário de Saúde, Ghiarone Garibaldi, de acordo com ele, importado da capital pernambucana, portanto, sem que a fase considerada mais preocupante do contágio que é a comunitária, seja uma realidade, vem um incomodo que acompanha a gestão desde o ínicio da pandemia: anunciar o primeiro caso, sem que o aparato hospitalar que inclui 30 leitos de UTI-Covid e 100 leitos de enfermaria estivesse pronto.
Não foi à toa, e isto agora está mais que demonstrado, que Ghiarone acertava em recomendar, dia após dia, que a população se mantivesse reclusa, que insistia nas medidas de restrição de gente na rua, e nos locais abertos por fornecerem itens considerados essenciais. Espera-se que com a chegada de Paulo Afonso à realidade de outros municípios cujos casos se renovam todos os dias, o povo consiga entender.
Espera-se também mais agilidade do governo do estado em fornecer o que falta para que a UTI-Covid funcione e passe a atender os casos que, como resta evidenciado, estão chegando.