PAULO AFONSO– “Paulo de Deus só perdeu a eleição (2016) porque escolheram o pior vice possível”, comenta um dos vários admiradores do ex-prefeito enquanto me trazia para casa. Rever Paulo de Deus, hoje, no aeroporto, foi como voltar no tempo.
Está a cara do irmão, Luiz. Escrito. Astuto, evitou o palanque e apareceu para dar um abraço em ACM (Uniao Brasil), de quem amigo. Estava ao lado de outro camarada ‘doutor Joel’ entre outras lideranças da região.
Paulo fez lembrar, forçosamente, a todos em volta do pré-candidato a deputado estadual, Neto Coelho (PRD), que o município já teve um prefeito que desfrutou -e desfruta até hoje- de respeito. Nunca pegou numa mangueira para lavar uma calçada ou limpou filtros de ar-condicionado. Era gestor, gestor simplesmente.
Tentou de tudo para trazer tração industrial ao município. Conversamos pouco, mas Paulo me disse com preocupação. “Quando estávamos chegando que eu vi a Prainha me preocupei.”
Se Paulo andar mais um pouco, já não vai mais reconhecer o município que ele deixou, hoje refém de uma administração catastrófica.