PAULO AFONSO– Galinho (PSD) participa da COP30, porque quando se tem o dinheiro do contribuinte para cobrir sonhos e delírios o céu é o limite.
Não se sabe exatamente quais pautas defenderá o prefeito que, para realizar uma festa matou muitas árvores e de cuja gestão deixa a população da zona rural sem água suficiente em flagelo da seca como se vive agora.
Ainda de acordo com o trabalho divulgado ontem pelo Legislativo, não tem sequer insumo no laboratório Lacen para um simples exame de sangue.
É preciso convir que, sem saber o que fazer com o governo, resta participar de reuniões internacionais e alimentar as redes sociais com projetos fantasiosos.
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O governador do estado, Jerônimo (PT), também estará no evento, e não deixa de ser oportuno que o prefeito tente de forma sensata aproximar-se dele. O problema é que o staff de Galinho não sabe o que é sensatez.
São pessoas totalmente desprovidas de quaisquer habilidades políticas e, em razão disso, o prefeito segue isolado. Se fosse apenas ele, O.k, o problema é que o município fica isolado junto.
Como é possível uma ordem de serviço para a obra mais importante e premente de uma região, que é o Hospital Universitário, e não constar na pedra fundamental uma placa?
Detalhe: havia a placa, mas de acordo com interlocutores do governo, ouvidos pelo Painel, o governador não quis dar qualquer crédito ao município —- apenas os governos federal e do estado — confirma a fonte.
Quem é mesmo que está a frente dessa interlocução entre município e estado, cuja relação é tão insossa?
Ninguém.
Só a título de alerta, sem governo do estado como parceiro, município não consegue andar um passo.
O prefeito pode ir à Cochinchina.