PAULO AFONSO– Impressionou o puxa-saquismo de quase a totalidade dos parlamentares presentes hoje à abertura do Legislativo. Não se sabe exatamente de que planeta vieram.
Bastou que o prefeito marrentinho, perdão, Galinho (PSD), chamasse para um afago, e passou em brancas nuvens toda a sofrência a que está sendo submetida à população.
Marquinhos (Progressistas) foi a exceção que confirmou a regra. Ou por outra: o filho do ex-vereador Zezinho teve a coragem de ao menos lembrar a função da Câmara. A saber: representar os anseios do povo.
Nem elas nem eles, ou melhor, nem os outros, lembraram e/ou cobraram a demissão sumária dos 26 médicos – e do enorme risco que isto traz aos municípes; o Bolsa Família fechado; a falta dos serviços da Sedes, entre eles a distribuição das cestas básicas, enfim, foi um desfile de rasgação de seda sem precedentes e de subserviência asquerosa, muito próprias de quem acha que “merece” realmente ganhar 17 mil reais.
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