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Paulo Afonso-BA, 20 de maio de 2022

Oposição acerta quando diz que LD despreza vitória concedida pelo morador da área rural, e os demais 21 mil eleitores

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luizaa

PAULO AFONSO – Há cerca de um ano, estávamos nós a esta hora do dia, com a reeleição de Luiz de Deus (PSD) em apuros. A traição se dera atravessando todo o centrão, transpondo a ponte na direção do BTN, e na periferia da Ilha.

Os ditos aliados do prefeito, estavam à boca miúda pedindo desesperadamente votos para o candidato [à época] azarão, Mário Galinho (PSDB).

Ao cair da tarde do feriado de 15 de novembro, o pessoal de Anilton (Podemos) já sentia o golpe. O infortúnio foi recolhido e restava torcer para o tropeço de Luiz, porque assim, nenhum nem outro.

Os problemas técnicos do Tribunal Superior Eleitoral que enfrentou falhas tanto no processamento da soma dos votos, postergando o resultado final para quase meia-noite, como no aplicativo e-título, fez crescer o entusiasmo e o desejo em mais de 22 mil eleitores que escolheram – alguns até sem saber o nome- Mário Galinho prefeito.

Eis que, passando das 19 horas, com tudo perdido para Luiz de Deus na cidade, numa surra histórica, as urnas da área rural reagiram.

Numa eleição em que o prefeito foi avacalhado, desmoralizado, vítima de preconceito pela idade que tem, foi no campo, do homem pouco notado, das ruas sem pavimentação, da falta de um carro limpa fossa há mais de 1 ano nas residências; de mais oportunidades que qualifiquem a mão de obra feminina, que veio o arremate da eleição e a suprema vontade do povo que precisa prevalecer e ser respeitada: 805 votos a mais e a vitória incontestável para o 3º mandato.

A comunidade rural, logo após o veredicto, erradamente achincalhada nas redes sociais, de certa maneira, devolveu a honra a um homem que foi e é injustiçado. Mas que paga pelos próprios pecados.

Passado um ano, é incompreensível  a forma como Luiz de Deus virou as costas para quem o elegeu, para os mais de 23 mil eleitores, em detrimento de um secretariado inepto.

Gente que deveria – e olhe lá- descer ao  2º escalão do governo e dar lugar às caras novas, e assim, com o gesto, o prefeito reeleito demonstraria à população que entendeu a insatisfação generalizada e efetivada nas urnas urbanas – inclusive nas rurais.

É errado e enganoso dizer: ah, mais fulano o  ajudou a ganhar a eleição. Mentira!, o único que teve e tem votos na eleição foi [ e é] o prefeito. Portanto, foi a ele que o povo conferiu autoridade e, melhor, a caneta que,  Infelizmente, só foi usada até aqui para demitir os pequenos.

Falta ao governo ações mais efetivas na área rural; demissão de metade do secretariado, começando pela extinção de secretarias extraordinárias transformadas em vacas das tetas cheias; rearranjo do gasto público a fim de priorizar setores que promovam a economia e a segurança pública, isto, evidente, sem falar nas questões de Saúde, que são outros quinhentos.

Resta não esquecer, por último que,  no próximo ano, a palavra e a caneta voltam para o eleitor.

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