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Paulo Afonso-BA, 16 de outubro de 2021

2º governo de Luiz de Deus avança com projetos na área rural

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PAULO AFONSO – Luiz de Deus (PSD) parece contornar a crise aguda que viveu nos primeiros meses do 2º mandato, ocasionada, principalmente, pelo grande passivo herdado do período eleitoral que foi a administração integral do Hospital Nair Alves de Souza.

Tido à primeira vista como solução eleitoreira pelo tanto de cargos que demandou, ao passar dos dias, o governo se viu em apuros gastando o que não tinha para manter a unidade, sempre muito aquém da necessidade da população.

Eis que, de maneira lateral, se bem que frontalmente atingido pela crise econômica, mas neste caso com a benfazeja parceria com o governo do estado e do deputado federal Mário Júnior (Progressistas), em projetos distintos, o governo começa a apresentar números positivos de sua agenda econômica- precisamente na área rural.

É preciso destacar imediatamente que Luiz de Deus fez um bom trabalho desde 2017, com aquisição da perfuratriz e o projeto da palma forrageira. O pecado mora exatamente no miúdo: tem um secretário de Agricultura que se perde em coisas menores. São muitas as queixas contra o trabalho de Jandirson que afetam o todo.

Só com maus-bofes não se vê os avanços trazidos pelo prefeito como o novo sistema de água da Cerb- projeto do deputado federal Mário Júnior-,  e o matadouro de galinha caipira, em parceria com o governo do estado.

Ontem, Leco (PSD), líder do governo, apresentou os números aos colegas:

“A perfuratriz foi comprada na gestão de Luiz de Deus porque ele entendeu a necessidade do homem do campo. Serão 300 galinhas abatidas por dia ou 9 mil galinhas por mês; é evidente que a Caiçara não tem 9 mil galinhas, então vai mexer com outros povoados; o negócio cresce porque a galinha precisa comer, vai ter o cara que planta o milho e vai vender milho e ração. As galinhas vão precisar ser repostas,  muitos empresários já estão pensando em entrar nessa área, produzindo ração e pintos. E assim cria-se uma rede de renda porque nós não podemos dar empregos a todo mundo”, explicou Leco.

Fica provado que, encontrando o quanto antes uma saída para o Hospital Nair -cuja receita ultrapassa os 3 milhões de reais mensais-, que seja uma opção melhor do que se encontra hoje, especialmente para o atendimento da população, o governo finalmente vai respirar fora dos aparelhos e cuidar de outros setores que estão esquecidos.

O quadro geral tende a melhorar muito.

 

Foto: ASCOM/PMPA

 

 

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