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Paulo Afonso-BA, 24 de novembro de 2020

Bastidores: o grande interesse na vaga de Jâninho, ou por outra: Luiz de Deus entendeu o recado das urnas?

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PAULO AFONSO – O deputado federal Mário Júnior, resumiu, em entrevista à RBN, o sentimento de alerta que penetrou no último domingo 15, no centro do poder: “Foi vitória, não importa por quanto”, porém, quando diz isso, Mário ressalta exatamente o contrário: foi vitória, mas por pouco. E esse pouco, se deve a soma de muitos fatores, entre eles, a teimosia do prefeito Luiz de Deus (PSD) que deu de ombros aos conselhos de seus assessores mais próximos.

Um caso que revelou as entranhas

Ouvindo uma rádio que especializou no mundo da lua, um funcionário da prefeitura, achando que Luiz de Deus havia sido derrotado por Mário Galinho (Solidariedade), bravejou pornografias contra secretários da gestão e o próprio prefeito; mas ao saber da virada, na maior sem cerimônia, foi festejar com os mesmos. O problema é que o áudio com a baixaria estava em outras mãos; deu-se o vazamento, e tacham: a demissão sumária.

Tudo estaria bem, se fosse apenas ele. Desde sempre o prefeito se recusou a fazer demissões pontuais, deu no que deu. Perdeu de lambuja mais de mil votos.

Galinho teve méritos, mas espere aí

 Evidentemente que, ao apontar os erros cruciais de Luiz de Deus, entre eles, manter secretários que não serviram para nada, além de desgastar a imagem da gestão, como o senhor Joel, que passou a figurar na rede social Whatsapp como “o desaparecido”, bem como o secretário Jânio Soares, dos departamentos de Cultura e Esporte que, como dizem os jovens, “deu um perdido” na gestão se abrigando em lugar seguro, em razão da pandemia, sendo que, o chefe, aos 82 anos, estava presente, não desmerece o trabalho inteligente de Mário Galinho, apenas contribuiu lhe fornecendo artilharia.

Se bem que ele nem precisou usar.

O negócio é o seguinte, ou muda, ou termina por esse tempo

 Agora é que são elas. Se observarem o trabalho dos Negromonte no município vizinho, que por último consagrou David Cavalcanti (Progressistas) com uma vitória maiúscula, hão de aproveitar muito a benfazeja união entre Luiz e Mário. Não há como dá errado. Só vai para o vinagre se mantiverem o mesmo modus operandi. Que se resume no seguinte: vou deixar esse secretário por questões outras que não têm a ver com boa gestão. Esse é, e sempre foi o pecado mortal.

O secretariado precisa render

 

Existe um fosso hoje entre a gestão e a juventude. Entre o que a gestão acerta e o entendimento do povo. Por outro lado, é impressionante como a oposição consegue amplificar qualquer deslize que por ventura venha cometer o gestor [e mesmo sem cometer], levando sempre, mais e mais a imagem de Luiz de Deus a um patamar injusto, incondizente com a sua estirpe.

Resta o recado explícito das urnas

A minha esperança, porque foi o governo eleito, naturalmente, dentro daquilo que lhe é possível cumprir, é que caminhemos rumo a mais progresso. Para isso, de imediato, vejo como solução mexer na articulação política que foi um desastre. Trocar secretários em pontos estratégicos; isto significa dizer também: dar chances a pessoas novas [não me refiro à idade]; abrir a caixa de pandora da Saúde pública comunicando com mais eficiência à população o que acontece no Nair Alves de Souza, que desmorona; tocar as obras.

Um governo que vai concluir um ciclo longevo como este, tem mesmo a obrigação de não errar mais.

Em tempo: Janinho continua secretário, mas tem gente no Democratas contando os dias…

Um comentário

  • E nao e só janio tem que exonera alguns diretoras de escolas e janio e secretario jadilso os demais….

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