PAULO AFONSO – É preciso reconhecer de saída, que a ausência do secretário de Cultura e Esporte Jânio Soares, neste momento [e há muito tempo] do debate do setor cultural é indigesto para o prefeito Luiz de Deus (PSD), que aceitou a herança que Anilton Bastos (Podemos) lhe deixou. Diga-se: a péssima herança.
Conviria ao prefeito resolver logo isso, mas a corda se estica ao máximo, de forma inexplicável. O setor está de fato jogado às cobras. Quem está agindo nos bastidores para que a classe tenha um rumo nesse período é a secretária Cíntia Rosena da Sedes.
Agora convém observar que grupos políticos, exceto Raimundo Caires (Progressistas) fomentam um quase protesto tentando lacrar a imagem de pessoas “comprometidas com a classe”, sem que de fato tenham sido, por anos a fio. Mas isto é a eleição: se colar, colou.
O fato é que protesto em Paulo Afonso, saia de onde saia, está fadado ao fracasso. Ponto.
Além do que, os vereadores fazem rinha com o assunto, mas já estão exauridos de saber que projetos que geram despesas ao município tem a lata do lixo como destino.
Contudo, a situação dos artistas carece de uma resolução urgente.