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Paulo Afonso-BA, 25 de maio de 2022

Jovens que praticam basquete no BTN reivindicam reforma em quadra; prefeitura ignora

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BTN – O jovem Arley Rafael, de 19 anos, falou das dificuldades enfrentadas por ele e pelos colegas que gostam de praticar basquete no bairro. Na única quadra disponível, do Cetep 2, no III, o que existe é um queijo suíço.

Notem que o BTN já aglomera, dados os números, uma grande população jovem [talvez a maior de Paulo Afonso] e, verdade seja dita, quando se trata de falta de estrutura para a prática esportiva, o BTN não está isolado.

A quadra do Lindinalva Cabral, que fica no centro, tem uma condição melhorzinha porque os jogadores de lá, quando juntos, conseguem juntar um pouco mais de recursos.

“Os jogadores que temos, todos arrecadamos dinheiro para tentar reforma a quadra, mas necessitamos de uma ajuda da prefeitura e do prefeito Luiz de Deus; já corremos atrás de ajudas, mais não dão satisfação”, disse Arley.

Ainda segundo o jovem, a quadra é o único destino para quem mora na redondeza e pratica esportes, e já não a reformaram porque a maioria deles não tem trabalho. “Não é de hoje que pedimos ajuda e reclamamos para poder obter a reforma”, conta e acrescenta:

“Tabelas, aros, redes, somos nós quem compramos e ajeitamos para que possamos continuar treinando aqueles que querem aprender, sendo que o esporte ajuda em muitos meios.”

Arley disse que mesmo diante da precariedade há evolução, inclusive para os pequenos, e que quando conseguem viajar usam o nome da cidade e do bairro.

“Porque somos daqui, mas o nosso esporte é deixado de lado, o grupo é falado por muitas cidades e parabenizado, viagens são feitas por nossas custas, o prefeito da cidade não tem condições de arrumar nenhuma van para podermos realizar essas viagens?, questiona.

Alguém pode dizer que a escola é de responsabilidade do estado. Mas o problema é que os jovens ficam lá porque no BTN III não têm outra opção. E no II, como é do conhecimento de todos, o então Centro Social Urbano deu lugar à policlínica.

Os governos municipal e do estado não disseram quando vão resolver o problema. Talvez por ocasião das eleições do próximo ano, apareçam nem que seja as promessas.

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